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Responsabilidade ambiental: o que fazer com rádios e baterias com perda total?


Rádios e baterias da Motorola são bastante duráveis. No entanto, chega um momento que não tem jeito: a vida útil deles termina. Acontece com qualquer tipo de equipamento, independente da marca.


Daí, vem a dúvida: o que fazer com uma bateria e o aparelho que não funcionam? Eles não podem ser descartados no lixo comum.


Só os componentes de plásticos levam até 450 anos para se decomporem no meio-ambiente. Além disso, há substâncias químicas nessas peças. Se alguém tiver contato com elas, pode haver intoxicação. Ao serem descartados incorretamente, corre-se esse risco, já que a bateria ou o rádio podem se romper e dissipar substâncias tóxicas no ar, solo e até nos rios e oceanos.


Mas se eles forem da Motorola, existe uma solução interessante. Vamos mostrar qual é neste artigo.


Entregue rádio e baterias estragados da Motorola no Grupo Ferrante


Nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”, já dizia Lavoisier. Mesmo que o rádio tenha dado perda total e a bateria tenha chegado ao fim da vida útil, em alguns casos, eles ainda podem ser aproveitados. A reciclagem desses itens não é a convencional, é bem específica.


Por isso, nós encaminhamos esses produtos à Motorola. Lá, eles conseguem transformar o que não tem mais utilidade para gente em matéria-prima para novos produtos.


Caso não seja possível o reaproveitamento, a bateria e o rádio são descartados da maneira correta, sem prejudicar animais, seres humanos e a natureza.


Logística reversa na radiocomunicação


Esse processo, em que o produto estragado ou inutilizado volta para o fabricante, é a logística reversa. É chamado, por algumas pessoas, de logística inversa. Esse importante processo está previsto na lei 12.305, de 2 de agosto de 2010.


De acordo com essa norma, é de responsabilidade das empresas de eletrônicos a destinação final de seus produtos. Além disso, a lei fala sobre responsabilidade conjunta. Isto é, todos devem fazer sua parte para que a logística reversa seja possível.


A legislação ainda diz que a empresa que produziu, no caso da radiocomunicação a Motorola, deve incentivar os mediadores da venda, como o Grupo Ferrante, e o consumidor final, nossos clientes, a contribuírem com a logística reversa.


A logística reversa já funciona muito bem no setor de gás, por exemplo. Lembra que toda vez que você vai comprar um botijão é necessário entregar outro? A mesma coisa acontece com garrafas de vidro de cerveja e refrigerante.


Mas, no setor de eletrônicos, nem sempre isso acontece. Quantas vezes você já viu televisores, celulares e outros abandonados?


Faça o descarte correto


No Ferrante, temos incentivado a sustentabilidade e feito o que nos cabe, como mostramos neste outro artigo. Se você tiver um rádio ou bateria que não funcionam mais, independente de ser nosso cliente, traga até o Grupo Ferrante que vamos dar a destinação correta.


Sobre os outros produtos, veja quais são os pontos de coleta. Vários locais recolhem pilhas e em diversas cidades há iniciativas para o recolhimento de lixo eletrônico. O lixo que produzimos todos os dias também merece atenção. Separe, matéria orgânica, papel, plástico, para que a coleta seletiva seja possível.


Vamos construir o planeta que queremos com os pequenos hábitos do dia a dia!


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